Bandeirantes participa da Bett Educar

O Band marcou presença na Bett Brasil Educar 2016, evento que reúne exposições de projetos inovadores de educação, start ups inovadoras e espaços para práticas envolvendo tecnologias modernas aplicadas em sala de aula.

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coordenadora de Espanhol, Rose Silva

As Coordenadoras de Tecnologia Educacional e de Espanhol, Silvia Vampré e Rose Silva, respectivamente, apresentaram projetos do Colégio na Feira.

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No primeiro dia de evento, Silvia Vampré esteve no Stand da Apple para compartilhar a experiência do Band com o uso de tablets e tecnologia móvel em sala de aula para outros gestores de escolas. “Nós passamos a ser referência de como utilizar bem os recursos da Apple em um colégio”, comentou a Coordenadora. “ Trazer a tecnologia mobile é um desafio e o fato de a Apple ter reconhecido isso é um sinal de que estamos no caminho certo”, finalizou.

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professora Silvia Mera e as coordenadoras Rose Silva e Silvia Vampré

Já a Coordenadora de Espanhol e a professora Silvia Mera, apresentaram o game Un Viaje por America del Sur, que será lançado na App Store na próxima semana. O jogo combina aspectos culturais e históricos da cidade de Buenos Aires, unidos ao ensino de Língua Espanhola.

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“Nós sempre pensamos em trazer para o aluno algo diferente do livro didático para ele não ficar preso a isso”, afirmou Rose. “O jogo contribui muito para o aprendizado da língua e para a memorização do conteúdo e é divertido”, completou.

Professoras Yeda e Marlene

Professoras Yeda e Marlene

Para o segundo dia da convenção, as professoras de Português, Yeda Lenza e Marlene Pissolito, apresentaram o trabalho feito com o aplicativo Flashcards no 6.o ano como modelo de aprendizado.

A tecnologia é utilizada desde 2014, quando foi adotado o uso de tablet em sala de aula, e agora também é adotada por professores de outras de disciplinas, como Ciências e Geografia.

Ainda no dia de fechamento do evento, os professores João Régis Lima (Coordenador de Artes e Filosofia) e Wilson Ferreira, mentores do iBand, projeto que combina produção musical com tecnologia e instrumentos tradicionais, apresentaram a Geek Orchestra, conduzida pelo compositor Wilson Sukorski, que regeu vários de nossos alunos em uma performance musical com notebooks, smartphones e iPads.

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professor João Regis Lima

O objetivo é a realização de experimentos no campo da música digital, através de improvisações musicais comandadas por partituras gráficas de várias complexidades, além de outras estratégias poéticas de discurso temporal.

Horizon Report tem participação do Band

Olhando para o futuro da educação, o importante relatório internacional do The New Consortium Horizon Report aponta para as novas tendências de ensino mundiais e regionais. As pesquisas têm como principal objetivo guiar os educadores e gestores, revelando quais as novas tecnologias educacionais. O Band participa desde 2010 do relatório global e regional, por meio da coordenadora Cristiana Assumpção.

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O Horizon Report consiste na análise com base em três horizontes: imediato, cujo nível de precisão é maior; o médio, de 2 a 3 anos; e o a longo prazo. A discussão engloba tanto o Ensino Fundamental e Médio quanto o Superior.

A coordenadora de Ciências Cristiana Mattos participou da edição global do relatório, mediando na tradução e interpretação dos documentos. “O Horizon Report é um guia prático e propõe uma discussão contínua sobre o assunto. Esta é uma das suas maiores vantagens”, comentou.

Em relação as tecnologias já aplicadas no Colégio, Cristiana afirma que “estamos na ponta”. Armazenamento na nuvem, mobilidade, learning analytics, gamificação e uso de tablets e aplicativos são realidade no Band, por exemplo.

Clique aqui para conferir o Horizon Report K-12 de 2014 e aqui para ver o Higher Ed Edition.

A versão brasileira pode ser conferida, clicando aqui.

Batalha de Soluções transforma aula de Física

Com o objetivo de atrair a atenção dos alunos para as atividades de Física, o professor Flávio Campos mudou completamente o método de ensino em sala de aula para as 2.as séries. Criando a chamada Batalha de Soluções, as aulas foram transformadas em um jogo, em que alunos o completam para apresentar a melhor solução de exercícios. A mistura é de uma aula tradicional com o conceitos de sala de aula invertida, mais conhecido como flipped Classroom.  Nesse tipo de aula, o professor transita entre atividades que vão de aulas tradicionais, utilizando de aplicativos, atividades em grupo com orientações individuais.

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Na Batalha, os alunos são separados em grupos, em que criam soluções para listas de questões de Física, propostas pelo professor. Após a resolução, as soluções devem ser postadas na sala virtual apenas para o professor avaliá-las. Depois, na Batalha, os grupos apresentam para a sala suas explicações para os respectivos exercícios. A inovação da Batalha e a gamificação  da aula e a competição colaborativa contribuíram para a formação de um banco de soluções para o estudo dos alunos.

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Este processo acontece duas vezes no bimestre: um para a Avaliação Especial e outro para as Provas Bimestrais. Em cada etapa, a sala vota na melhor solução e, dessa forma, o ganhador recebe um bônus na nota da prova. Após isso, todas as resoluções são divulgadas para toda a sala para que possam utilizar do material.

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“Os alunos competem e essa competição leva a produção em prol do coletivo”, explicou o professor. Flávio ainda percebeu um aumento na nota dos alunos que possuíam dificuldade antes da Batalha. “Eles se sentem estimulados porque tinham a vontade de apresentar algo bom para a turma”, contou.

“É um jeito que te motiva a estudar. Assim, entendemos melhor o que se está fazendo”, relatou Victor Zequi, da 2.a série. “Com a Batalha ficou muito mais fácil estudar porque, quando a semana de provas está próxima, você já passou por tudo”, acrescentou colega Beatriz Langella.

Band discute material didático digital na Bienal

Compartilhando os conhecimentos sobre o uso dos tablets nas salas de aula no Band, o Diretor de Tecnologia Educacional, Emerson Pereira, participou de um bate-papo sobre o futuro do material didático na Bienal do Livro. Também participou da conversa Fernando Moraes Fonseca, da Editora FTD, e como moderadora Susanna Florissi, coordenadora da Comissão do Livro Digital da ABL.

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A mesa “Modelos de Negócios para o Livro Digital na Educação”, parte do 5.o Congresso Internacional do Livro Digital, abordou as experiências do uso do material didático digital e sobre o futuro do material em papel. “Estamos vivendo um momento híbrido, portanto, de transição do papel para o digital”, explicou Emerson.

“Não estamos só trabalhando com livros e apostilas, mas também estamos usando os tablets e Plataformas Adaptativas”, contou. “Os computadores, até uma década atrás, eram usados para computação de dados, e hoje, além disso, também são usados para conectar pessoas”, completou.

Segundo Emerson, o Band desde o começo de sua História (há 70 anos) até hoje continua sendo pioneiro no que se diz respeito à educação. “Um novo modelo de ensino, ainda sem forma, está sendo construído no universo da educação; o Band está buscando maneiras de construir junto esse modelo”, finalizou.

Band marcou presença no ISTE 2014

Mantendo-se sempre atualizado na aplicação e pesquisa de tecnologias ligadas à educação, o Bandeirantes marcou presença na Conferência do ISTE (International Society for Technology in Education), que aconteceu em Atlanta, nos EUA.

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Por meio de palestras e workshops, a convenção tem como principal objetivo reunir profissionais da área de educação, que utilizam as tecnologias em sala de aula. Além disso, o evento contou com uma feira com softwares e hardwares.

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Durante os quatro dias, o encontro reuniu cerca de 16 mil profissionais, batendo seu recorde de público. Lenira Buscato, professora de Língua Portuguesa, Silvia Vampré, coordenadora de Tecnologia Educacional e o Diretor de Tecnologia Educacional, Emerson Bento Pereira, representaram o Band na Conferência.

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Emerson se impressionou com a qualidade tanto das palestras quanto da feira de tecnologia no congresso. “A participação da tecnologia como ferramenta de apoio à educação está numa velocidade maior do que o esperado”, comentou.

“Conceitualmente, o Bandeirantes conhece todas as tendências. Em uma apresentação feita no Band pela Cristiana Mattos [coordenadora de Tecnologia Educacional] sobre o movimento maker, ela apresentou conteúdo semelhante ao do palestrante sobre o mesmo tema no ISTE e até contemplou pontos não ditos por ele”, acrescentou.

iste2014_5“Sempre aprendemos na ISTE pois há novidades que poderemos utilizar em sala de aula”, comentou Silvia Vampré. “É muito bom também ver que o que já estamos realizando na área de Tecnologia do Bandeirantes aponta na direção de um caminho certo”, completou.

A professora Lenira Buscato focou-se nas palestras relativas às diversas disciplinas. “Eu queria ver como os professores palestrantes, apesar de representarem matérias tão distintas, estão usando as novas tecnologias”, explicou.

Band Digital Talks atrai professores, pais e estudantes

O Band Digital Talks, encontro que promoveu a discussão sobre o uso das tecnologias digitais na educação, ocorreu nos dias 6 e 7 de junho no Museu de Imagem e Som e no próprio Colégio.

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No MIS, a exibição do documentário The Square (sobre a Revolução Egípcia) foi base para o bate papo que se seguiu com José Ernesto Bologna e Augusto de Franco. A conversa abordou as ferramentas oferecidas pela tecnologia, a mudança das relações nesse novo modo de conexão em rede e como a escola deve adaptar-se a essa realidade.

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Já no sábado pela manhã professores e convidados puderam participar de debates sobre os desafios da construção do material digital, Plataformas Adaptativas e games. O assunto central de todas as palestras foi como a tecnologia pode servir aos professores no processo de aprendizagem e também como os games são uma forma de aprendizado. A interação entre convidados e especialistas foi o que enriqueceu muito a qualidade do encontro.

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Susanna Florissi, Sílvia Vampré e Alcyr Araújo

O debate sobre o desafio que as escolas vêm enfrentando: a construção do material escolar digital ficou por conta da coordenadora da comissão do livro digital CBL, Susanna Florissi, e Alcyr Araújo, CEO da Smartbiped.

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Eduardo Bontempo, Helena Aguiar e Alvaro Cruz

A palestra sobre Plataformas Adaptativas, que mostram caminhos para o aprendizado personalizado, foi proferida pelo diretor de Inovação do QMágico, Alvaro Cruz, e Eduardo Bontempo, co-fundador da plataforma Geekie.

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Thiago Rivero, Cristiana Assumpção (mediadora) e Francisco Mendes

Logo em seguida, o tema “Games e Aprendizado” foi pauta do debate entre Thiago Rivero, CEO da NeuroGames, e o Consultor pedagógico Francisco Mendes.

No período da tarde, mais de duzentas pessoas assistiram à palestra do gameplayer Monark, no ginásio do Band. Monark, que é um fenômeno da internet, foi um dos primeiros brasileiros a utilizar a ferramenta do YouTube para produzir vídeos nos quais testa videogames.

Confira o bate-papo dos encontros na íntegra:
Band Digital Talks – MIS
Band Digital Talks – Mindset papel x Mindset digital
Band Digital Talks – Plataformas Adaptativas
Band Digital Talks – Games e Aprendizado
Band Digital Talks – Monark no Band

Galeria de Imagens:
Documentário “The Square” e debate no MIS
Bate papo sobre Tecnologia e Educação
Monark no Band

Confira os depoimentos de quem esteve no evento:

“Como disse Augusto de Franco, na debate no MIS, ‘não estamos vivendo uma era de mudanças, estamos na verdade numa mudança de era’. A educação é a protagonista dessa transformação, por isso ser o centro dessas discussões é muito importante.” – Helena Salles de Aguiar, Gerente de Planejamento Estratégico.

“O Band Digital Talks foi importante para discutir, pensar e dar sentido para as novas práticas pedagógicas que estão surgindo com a tecnologia.” – Susana Vaz Húngaro, coordenadora de Língua Portuguesa.

“Foi muito interessante poder discutir essa introdução das novas ferramentas para aplacar a ansiedade e perceber que os profissionais da área estimulam e compreendem o lado dos professores nesse desafio.” – Márcia Abdo, professora de Geografia.

“A grande importância deste evento foi a divulgação e todas as possibilidades que você tem para trabalhar com os alunos, desde a Plataforma Adaptativa até os games. Nós vimos que não é necessário ser ansioso porque temos tempo para essa adaptação.” – José Ricardo de Almeida, coordenador de Química.

“Durante os debates e bate-papos, foi importante ver que os especialistas estão valorizando os professores e perceber que nós e os especialistas estamos na mesma situação. A construção nesse processo é coletiva e estamos buscando os benefícios dessa transformação através do diálogo e debate.” – Cristiana Mattos, coordenadora de Biologia.

“É muito importante ter eventos como o Band Digital Talks porque ele reuniu diversos especialistas em tecnologia e isto quer dizer que estamos inseridos num contexto maior em que se está discutindo o papel da tecnologia. A reunião de profissionais de várias áreas com o foco na educação foi essencial para o sucesso do evento.” – Marise Hansel, professora de Língua Portuguesa.

“Saí do Bandeirantes muito feliz no sábado. Conversamos, rimos, trocamos ideias, rimos muito os alunos se divertiram com o Monark! Acho que XXX muito. Vamos nos preparar para fazer um evento ainda melhor em 2015. Quem sabe com alunos palestrando!.” – Emerson Pereira, Diretor de Tecnologia Educacional.

“Eu achei todas as apresentações extremamente interessantes e pertinentes ao momento em que estamos vivemos. A escolha dos profissionais foi excelente assim como os temas abordados. Estamos num momento de reestruturação e inovação em métodos de ensino e tudo o que foi dito nos bate-papos vale ser ponderado.” – Marly Machado, coordenadora de Laboratório de Física.

“O ideia principal do Band Digital Talks foi de ver como que a tecnologia facilita a educação, pois esta é foco principal. A tecnologia apenas é um meio para que a educação atinja a pessoa das melhor maneira possível” – Ricardo Aguirre, coordenador do Departamento Cultural.

“O evento trouxe palestras bastante motivadoras e contou com ampla participação dos professores, que trouxeram perguntas e questionamentos, promovendo a reflexão sobre a era do conhecimento. O fato desse evento ter sido realizado no Colégio Bandeirantes mostra-nos o engajamento do nosso corpo docente nesse panorama de grandes mudanças.​” – Mario Abbondati, coordenador de Tecnologia Educacional.

“Gostei muito do que ouvi sobre o mercado das editoras de livros em formato digital, especialmente quando a palestrante Susanna disse que, salvo os livros didáticos, que devem ser todos convertidos em breve, ela acredita que o livro em papel não vai acabar, que o manuseio dos livros, a apropriação do objeto também é importante.” – Karla Somogyi, professora de Língua Portuguesa.

“A proposta do evento foi muito relevante porque ela dá abertura para as ideias dos professores em geral sobre novas estratégias de aulas que podem ser utilizadas. Este tipo de evento fornece várias sugestões de novas atividades que podem ser desenvolvidas pelos alunos de formas diferentes das tradicionais.” – Elisabete Rosa, coordenadora do Laboratório de Química.

“O Band Digital Talks confirmou que a mudança da geração papel para a digital já é uma realidade e serviu para levantar questionamentos de como podemos aproveitar as novas tecnologias para introduzir essas inovações como uma nova forma de ensino em sala de aula. Dessa maneira, compartilhando conhecimentos, iremos evoluir juntos e poderemos aproveitar o que o Band tem de melhor: seu recurso humano e sua postura inovadora.” – Eliane Costa, Gerente de Editoração.

“O evento foi de altíssimo nível, muito bem organizado e trouxe palestrantes preparados com uma visão ótima nas tendências de educação. Para mim, foi muito proveitoso e esclarecedor.” – Vera Malato, coordenadora do Departamento de Orientação Educacional.