Horizon Report tem participação do Band

Olhando para o futuro da educação, o importante relatório internacional do The New Consortium Horizon Report aponta para as novas tendências de ensino mundiais e regionais. As pesquisas têm como principal objetivo guiar os educadores e gestores, revelando quais as novas tecnologias educacionais. O Band participa desde 2010 do relatório global e regional, por meio da coordenadora Cristiana Assumpção.

horizon

O Horizon Report consiste na análise com base em três horizontes: imediato, cujo nível de precisão é maior; o médio, de 2 a 3 anos; e o a longo prazo. A discussão engloba tanto o Ensino Fundamental e Médio quanto o Superior.

A coordenadora de Ciências Cristiana Mattos participou da edição global do relatório, mediando na tradução e interpretação dos documentos. “O Horizon Report é um guia prático e propõe uma discussão contínua sobre o assunto. Esta é uma das suas maiores vantagens”, comentou.

Em relação as tecnologias já aplicadas no Colégio, Cristiana afirma que “estamos na ponta”. Armazenamento na nuvem, mobilidade, learning analytics, gamificação e uso de tablets e aplicativos são realidade no Band, por exemplo.

Clique aqui para conferir o Horizon Report K-12 de 2014 e aqui para ver o Higher Ed Edition.

A versão brasileira pode ser conferida, clicando aqui.

Batalha de Soluções transforma aula de Física

Com o objetivo de atrair a atenção dos alunos para as atividades de Física, o professor Flávio Campos mudou completamente o método de ensino em sala de aula para as 2.as séries. Criando a chamada Batalha de Soluções, as aulas foram transformadas em um jogo, em que alunos o completam para apresentar a melhor solução de exercícios. A mistura é de uma aula tradicional com o conceitos de sala de aula invertida, mais conhecido como flipped Classroom.  Nesse tipo de aula, o professor transita entre atividades que vão de aulas tradicionais, utilizando de aplicativos, atividades em grupo com orientações individuais.

Imagem3

Na Batalha, os alunos são separados em grupos, em que criam soluções para listas de questões de Física, propostas pelo professor. Após a resolução, as soluções devem ser postadas na sala virtual apenas para o professor avaliá-las. Depois, na Batalha, os grupos apresentam para a sala suas explicações para os respectivos exercícios. A inovação da Batalha e a gamificação  da aula e a competição colaborativa contribuíram para a formação de um banco de soluções para o estudo dos alunos.

Imagem1

Este processo acontece duas vezes no bimestre: um para a Avaliação Especial e outro para as Provas Bimestrais. Em cada etapa, a sala vota na melhor solução e, dessa forma, o ganhador recebe um bônus na nota da prova. Após isso, todas as resoluções são divulgadas para toda a sala para que possam utilizar do material.

Imagem3

“Os alunos competem e essa competição leva a produção em prol do coletivo”, explicou o professor. Flávio ainda percebeu um aumento na nota dos alunos que possuíam dificuldade antes da Batalha. “Eles se sentem estimulados porque tinham a vontade de apresentar algo bom para a turma”, contou.

“É um jeito que te motiva a estudar. Assim, entendemos melhor o que se está fazendo”, relatou Victor Zequi, da 2.a série. “Com a Batalha ficou muito mais fácil estudar porque, quando a semana de provas está próxima, você já passou por tudo”, acrescentou colega Beatriz Langella.

Alunos criam oficina sobre Impressora 3D

Após a criação de Comitê do HUB, grupo de professores e alunos que desenvolvem atividades para o espaço,  alguns alunos dos 9.os e 8.os anos decidiram produzir uma aula sobre como utilizar a impressora 3D para os seus colegas mais novos. Foram no total três aulas com cerca de 40 alunos cada dos 6.os e 7.os anos.

impressora_3D_1

“O objetivo do Comitê do HUB é escutar o que a comunidade Band está esperando desse ambiente e o que podemos fazer pra movimentá-lo”, explicou Tiago Eugênio, professor de Ciências.

impressora_3D_4

Para poder apropriarem-se devidamente do espaço, os alunos foram apresentados a cultura “maker space” e montaram um quadro na metodologia de design thinking, ou seja, um quadro de post its para a organização de pensamento. Este quadro diagnosticou quais as iniciativas necessárias para utilizar o HUB, entre elas surgiu a ideia de montar uma oficina da Impressora 3D

impressora_3D_3A partir disso, os alunos do 9.o ano David Silva, Diego Zancanelli, João Pedro Nobre e Luiza Motta, do 8.o ano, pesquisaram, estudaram e se prepararam para produzirem as aulas. “Eles foram muito pró-ativos e autonômos; aprenderam sozinhos a usar o programa Thinker Cad (programa de design 3D) a ponto de ensinar para os outros alunos”, contou Tiago.

impressora_3D_2

“Nunca tinha imaginado em ser professor, mas quando senti ali na pele achei bem legal”, comentou David Silva. “O legal de um aluno ensinando outro é que pude perceber como os professores ensinam e, assim, saber como eu gostaria que eles ensinassem”, completou.

Band discute material didático digital na Bienal

Compartilhando os conhecimentos sobre o uso dos tablets nas salas de aula no Band, o Diretor de Tecnologia Educacional, Emerson Pereira, participou de um bate-papo sobre o futuro do material didático na Bienal do Livro. Também participou da conversa Fernando Moraes Fonseca, da Editora FTD, e como moderadora Susanna Florissi, coordenadora da Comissão do Livro Digital da ABL.

bienal_2

A mesa “Modelos de Negócios para o Livro Digital na Educação”, parte do 5.o Congresso Internacional do Livro Digital, abordou as experiências do uso do material didático digital e sobre o futuro do material em papel. “Estamos vivendo um momento híbrido, portanto, de transição do papel para o digital”, explicou Emerson.

“Não estamos só trabalhando com livros e apostilas, mas também estamos usando os tablets e Plataformas Adaptativas”, contou. “Os computadores, até uma década atrás, eram usados para computação de dados, e hoje, além disso, também são usados para conectar pessoas”, completou.

Segundo Emerson, o Band desde o começo de sua História (há 70 anos) até hoje continua sendo pioneiro no que se diz respeito à educação. “Um novo modelo de ensino, ainda sem forma, está sendo construído no universo da educação; o Band está buscando maneiras de construir junto esse modelo”, finalizou.

Band marcou presença no ISTE 2014

Mantendo-se sempre atualizado na aplicação e pesquisa de tecnologias ligadas à educação, o Bandeirantes marcou presença na Conferência do ISTE (International Society for Technology in Education), que aconteceu em Atlanta, nos EUA.

iste_1

Por meio de palestras e workshops, a convenção tem como principal objetivo reunir profissionais da área de educação, que utilizam as tecnologias em sala de aula. Além disso, o evento contou com uma feira com softwares e hardwares.

iste_2

Durante os quatro dias, o encontro reuniu cerca de 16 mil profissionais, batendo seu recorde de público. Lenira Buscato, professora de Língua Portuguesa, Silvia Vampré, coordenadora de Tecnologia Educacional e o Diretor de Tecnologia Educacional, Emerson Bento Pereira, representaram o Band na Conferência.

iste2014_4

Emerson se impressionou com a qualidade tanto das palestras quanto da feira de tecnologia no congresso. “A participação da tecnologia como ferramenta de apoio à educação está numa velocidade maior do que o esperado”, comentou.

“Conceitualmente, o Bandeirantes conhece todas as tendências. Em uma apresentação feita no Band pela Cristiana Mattos [coordenadora de Tecnologia Educacional] sobre o movimento maker, ela apresentou conteúdo semelhante ao do palestrante sobre o mesmo tema no ISTE e até contemplou pontos não ditos por ele”, acrescentou.

iste2014_5“Sempre aprendemos na ISTE pois há novidades que poderemos utilizar em sala de aula”, comentou Silvia Vampré. “É muito bom também ver que o que já estamos realizando na área de Tecnologia do Bandeirantes aponta na direção de um caminho certo”, completou.

A professora Lenira Buscato focou-se nas palestras relativas às diversas disciplinas. “Eu queria ver como os professores palestrantes, apesar de representarem matérias tão distintas, estão usando as novas tecnologias”, explicou.

Alunos buscam patrocínio para o “F1 in Schools”

Seguindo os sonhos da alta velocidade, alguns alunos do Ensino Médio estão enfrentando o desafio de criar um carro em miniatura de Fórmula 1. O “F1 in Schools” chegou este ano pela primeira vez ao Brasil e o Bandeirantes foi uma das poucas escolas escolhidas para participar desta emocionante competição. O torneio é internacional no qual participam cerca de 40 países e 20 milhões de estudantes ao redor do mundo.

f1_1

Sem medir esforços, os alunos, mesmo ainda sem a quantia necessária de patrocínio, já se organizam e dividem as tarefas. As funções adotadas por eles vão desde a Chefia de Logística da marca criada até a Chefia de Aerodinâmica do carrinho que será construído.

f1_2

“A vivência dessa oportunidade é espetacular. É um processo muito importante para alunos de Ensino Médio porque eles têm a chance de fazer o trabalho como se estivessem no Ensino Superior”, comentou a coordenadora de Tecnologia Educacional, Cristiana Mattos. “É uma experiência no mundo real”, concluiu.

Os alunos utilizarão o espaço HUB para projetar partes do carrinho que podem ser feitas na impressora 3D recém adquirida pelo Colégio.

No entanto para o projeto sair totalmente do papel, será necessário patrocínio. Para isto, os grupos formados (Scuderia 907, Boosters, Sampa Team, New Brazilian Racers e Força Canindé) junto do site Idea do Futuro lançaram-se na busca do financiamento coletivo.

Para acessar o site e ajudar os estudantes a concretizar o sonho, clique aqui.

Alunos do 6.o ano estudam com aplicativo

Utilizando novas ferramentas como material de estudo, os alunos do 6.o ano mais uma vez inovaram na criação de meios para melhorar o seu aprendizado e o de seus colegas. Nas aulas de História, foi proposto que eles utilizassem o aplicativo Popplet na criação de mind-maps, ou seja, infográficos que organizam ideias e materiais de estudo.

tutancamon1

Para o melhor entendimento do livro Tutancâmon e Sua Tumba Cheia de Tesouros, por exemplo, eles utilizaram o aplicativo e criaram diversos infográficos. O aluno, após fazer o material, pode compartilhá-lo com os colegas através da sala virtual do Moodle.

“O interessante é que a quantidade de aplicativos é tão grande e variada que você consegue apresentar apps diferentes, permitindo que alunos com estilos de aprendizagem distintas possam fazer uso daquele que melhor for ajudá-lo”, comenta Sílvia Vampré, coordenadora de Tecnologia Educacional. “O Colégio sempre preza a autonomia e estas ferramentas auxiliam nisso. Com o iPad e os apps, o aluno está muito mais inserido no seu próprio aprendizado”, acrescentou.

“Gosto muito e acho divertido demais usar aplicativos na hora de estudar. Ele organiza e a gente pode destacar as partes mais importantes para lembrar”, comentou a aluna Nicole Tang. “Eles incentivam os alunos a estudarem; e o melhor é que aprendemos brincando”, completou.

Óculos e impressora 3D no HUB

Fortalecendo cada vez mais o conceito de Maker Space (espaço multidisciplinar de criação) no HUB, o Colégio adquiriu dois gadgets que poderão ser utilizados tanto dentro da grade curricular quanto nos cursos extras.

oculos-3D

Óculos 3D

Os óculos e a impressora 3D já estão inspirando alunos e professores na preparação de aulas e criação de projetos. A proposta do espaço é que o aluno seja protagonista de seu próprio aprendizado a partir da criação, com uso dos equipamentos disponíveis.

“Com esses outros itens, ocorreu a sistematização desse conceito que gostaríamos de aproveitar junto às criações que já ocorrem no Colégio, como na Feira de Ciências”, explicou Cristiana Mattos, da equipe de Tecnologia e uma das coordenadoras da Feira de Ciências. “A impressora 3D veio como um símbolo do espaço “maker” no Band; faz parte desse conceito”, completou.

impressora-3D

Impressora 3D

O sistema da impressora 3D é auto-explicativo. Sem necessidade de cursos, alunos e professores manusearam o aparelho e estão em constante criação de ideias e projetos.

Além dela, o HUB conta com óculos 3D, para que o estudante melhore a visualização de imagens antes só possíveis de serem vistas em duas dimensões. A ferramenta já está sendo utilizada nas aulas de Ciências voltadas às partes do corpo humano.

 

Alunas visitam sede da Google em SP

A Google em parceria com a Women Techmakers lançou uma série de eventos globais sobre a participação das mulheres no cenário tecnológico. Em um desses eventos, alunas de diversas instituições públicas e privadas, entre elas do Bandeirantes, puderam participar de um encontro na sede da Google, em São Paulo. As estudantes do Ensino Médio puderam assistir às palestras sobre o dia-a-dia feitas por mulheres funcionárias da Google e tirar dúvidas sobre o mercado de trabalho e a inserção das mulheres no mesmo.

10393820_10152343014611832_7018625706888278053_n

“A parte mais importante do evento foi o foco no público feminino, por ser pequena a parcela de mulheres que normalmente se interessa e atua na área de tecnologia. Torna-se muito interessante a tentativa de atrair mais mulheres para o campo em busca da diversificação dos empregados”, comentou a aluna Sofia Maestre.

10339630_10152343015286832_8793285182130437950_n

Durante o a visita, as alunas, além de assistir a palestras, também puderam participar de uma dinâmica em grupo relacionado à tecnologia. Em forma de jogo, a atividade abordou alguns conceitos de ciência computacional.

10372760_10152343014606832_2430398708227671462_n

Segundo a professora de Química Carolina Zambrana, o ambiente da sede da empresa e as palestras foram muito estimulantes tanto para as alunas quanto para qualquer mulher que almeja ou trabalha em áreas de tecnologia. “Elas se sentiram muito especiais por ser uma palestra especialmente para o público feminino e pessoas dispostas a preparar  tudo para elas”, contou Carolina.